
A questão aqui neste texto é mais ampla. Bem mais ampla. E vai no seguinte sentido: não abrir mão dos sonhos. Mesmo que... mesmo que falte sensibilidade no poder público, mesmo que não haja fiscalização deste poder público e mesmo que –, por causa de tudo isso e outras coisas – parte da população acabe por se desinteressar pela discussão política. Resultado: mais espaço para aqueles que querem, digamos, bagunçar com o erário público. Mesmo assim, repita-se: a questão aqui é mais ampla, é sobre sonhos comuns.






















